
Entenda os sintomas da doença pé-mão-boca na boca da criança, aprenda como amenizar a dor das aftas e descubra como o odontopediatra pode ajudar a devolver o bem-estar e a alimentação do seu filho.
A doença pé-mão-boca é uma infecção viral altamente contagiosa, causada com frequência pelo vírus Coxsackie, sendo muito comum em bebês e crianças de até 5 anos. Embora as pequenas bolhas e manchas avermelhadas nas mãos e nos pés chamem a atenção dos pais, são as lesões dentro da boca que mais causam sofrimento e preocupação.
Na cavidade oral, o quadro manifesta-se com feridas dolorosas semelhantes a aftas. Consequentemente, a criança passa a recusar alimentos, líquidos e até mesmo a própria saliva. Por isso, na Dentista Legal, oferecemos suporte especializado para controlar a dor, acelerar a cicatrização das mucosas e orientar a família durante todo o período de recuperação.
Como identificar o pé-mão-boca na boca da criança?
De modo geral, os sinais bucais costumam aparecer logo nos primeiros dias do quadro infeccioso. Além disso, exigem atenção cuidadosa dos pais. Os sintomas mais comuns incluem:
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Pequenas vesículas e úlceras: Primeiramente, surgem bolhas minúsculas que se rompem com facilidade, transformando-se rapidamente em úlceras rasas e dolorosas;
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Localização das feridas: Concentram-se comumente na língua, gengivas e parte interna dos lábios. Além do mais, podem atingir o palato (céu da boca) e a garganta;
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Salivação excessiva (sialorreia): Visto que engolir se torna doloroso, a criança passa a acumular e babar mais saliva;
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Recusa alimentar e irritabilidade: Como o contato dos alimentos com as lesões provoca ardor intenso, a criança manifesta choro e recusa refeições;
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Sinais sistêmicos associados: Juntamente com as lesões orais, surgem febre baixa, mal-estar e manchas nas palmas das mãos e solas dos pés.
Como o odontopediatra pode ajudar no alívio dos sintomas da Pé-Mão-Boca?
Por se tratar de uma virose, o organismo combate o vírus gradualmente. Portanto, a intervenção odontopediátrica tem como foco principal o alívio imediato da dor, a prevenção da desidratação e o suporte à cicatrização tecidual.
1. Aplicação de Laserterapia de Baixa Potência para Pé-Mão-Boca
O uso do laser de baixa potência é uma das abordagens mais modernas e eficazes. Afinal, a aplicação é rápida, indolor e atua diretamente na bioestimulação celular. Dessa forma, reduz o processo inflamatório local, diminui o desconforto imediatamente e encurta o tempo de recuperação.
2. Barreira Protetora e Prescrição Tópica Personalizada para Pé-Mão-Boca
Além da laserterapia, o odontopediatra pode indicar géis bioadesivos e protetores de mucosa específicos. Esses compostos formam uma película sobre as feridas antes das refeições. Como resultado, amenizam o contato doloroso com os alimentos e garantem que a criança consiga se nutrir.

Guia de cuidados para os pais em casa para tratar Pé-Mão-Boca
Durante a fase ativa da doença (que costuma durar de 7 a 10 dias), algumas medidas práticas ajudam bastante a aliviar a rotina da criança:
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Aposte em alimentos pastosos e frios: Por exemplo, sorvetes naturais, gelatinas, iogurtes e purês amenos ajudam a anestesiar levemente a mucosa;
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Evite irritantes: Do mesmo modo, evite temperos ácidos, salgados ou alimentos quentes, pois eles intensificam a dor nas feridas;
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Priorize a hidratação: Ofereça bastante água e água de coco em pequenas quantidades ao longo do dia, utilizando canudos macios para facilitar;
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Cuidado com as vias aéreas: Durante o quadro, observe se a criança apresenta respiração bucal temporária, pois o ressecamento agrava a dor;
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Isole os utensílios: Finalmente, separe talheres, copos e toalhas para evitar a transmissão entre irmãos ou colegas.
Perguntas Frequentes sobre Pé-Mão-Boca
Quanto tempo dura o período de contágio e as feridas na boca?
Geralmente, o pico de transmissão ocorre na primeira semana. No entanto, as úlceras na boca costumam cicatrizar totalmente entre 7 e 10 dias, sobretudo quando associadas à laserterapia.
A doença pé-mão-boca pode prejudicar os dentes de leite?
Não diretamente, pois o vírus ataca apenas as mucosas e a pele. Contudo, a falta de higiene durante a crise pode favorecer cáries secundárias.
A criança pode ter a síndrome pé-mão-boca mais de uma vez?
Sim. Visto que existem diferentes subtipos de enterovírus, a criança adquire imunidade apenas contra o tipo específico daquela infecção.
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